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Em relação ao processo de declínio do açúcar no Brasil colonial, podemos afirmar:
- A) Os franceses, concorrendo em melhores condições com o produto brasileiro, provocam a queda de seu preço, entre 1650 e 1688, a um terço de seu valor.
- B) Diante da crise da produção colonial de açúcar, o rei de Portugal, D. Pedro II, procurou soluções para superá-la, apoiando-se na atuação de seu ministro, o conde Ericeira, que baixou as “leis pragmáticas”, proibindo o uso de produtos estrangeiros a fim de reduzir os prejuízos e equilibrar a balança comercial.
- C) Com a crise, não houve condições financeiras para estimular a busca pelas drogas do sertão.
- D) A crise do açúcar provocou instabilidade diplomática entre Brasil e Portugal, onde líderes da ala liberal exigiram a expulsão de D. Pedro II em 1687.
Resposta:
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Resposta Correta: B) Diante da crise da produção colonial de açúcar, o rei de Portugal, D. Pedro II, procurou soluções para superá-la, apoiando-se na atuação de seu ministro, o conde Ericeira, que baixou as "leis pragmáticas", proibindo o uso de produtos estrangeiros a fim de reduzir os prejuízos e equilibrar a balança comercial.
A alternativa B é a correta porque durante o período colonial, o rei de Portugal, D. Pedro II, enfrentou uma crise na produção de açúcar no Brasil. Para superar essa crise, ele contou com o apoio de seu ministro, o conde Ericeira, que implementou as "leis pragmáticas". Essas leis proibiam o uso de produtos estrangeiros, visando reduzir os prejuízos e equilibrar a balança comercial.
As outras alternativas estão incorretas porque:
- A) Os franceses não concorreram em melhores condições com o produto brasileiro, provocando a queda do preço do açúcar.
- C) A crise do açúcar não impediu a busca pelas drogas do sertão.
- D) A crise do açúcar não provocou instabilidade diplomática entre Brasil e Portugal, nem exigiu a expulsão de D. Pedro II em 1687.
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