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(UECE – 2015) “A primeira maneira de integrar-se é tornar-se cristão. Assim, no início do século X, o chefe normando Rollon aceita ser batizado. Ele muda de nome, adotando o de seu padrinho, Robert. Com ele, todos os guerreiros que o cercam mergulham nas águas do batismo. Por volta do ano 1000, o duque da Normandia chama um homem que sabia escrever bem o latim, formado nas melhores escolas – o portador da cultura carolíngia mais pura. Encomenda-lhe uma história dos normandos. Nela vemos como se deu a integração, ao menos, entre os aristocratas. Eles firmaram com as famílias dos países francos, casamentos que foram, com o cristianismo, o fator essencial do enfraquecimento das disparidades étnicas e culturais. Tornavam-se realmente participantes da comunidade do povo de Deus assim que começassem a compreender alguns rudimentos de latim e se pusessem a construir igrejas na tradição carolíngia.”
DUBY, G. Ano 1000, Ano 2000. Na pista de nossos medos.
Trad. Eugênio Michel da Silva e Maria Regina L. Borges-Osório. São Paulo: Editora UNESP, 1998.
Segundo o texto de G. Duby, o batismo de Rollon é nitidamente
- A) um ato político.
- B) uma necessidade para o casamento.
- C) uma reivindicação de nacionalidade.
- D) um aprendizado da língua latina.
Resposta:
A alternativa correta é letra A)
a) um ato político.
Correta.
b) uma necessidade para o casamento.
Incorreta. O casamento em sí, representava um ato político capaz de permitir a interação entre os citados normandos e cristãos.
c) uma reivindicação de nacionalidade.
Incorreta. Esta não era o intuito básico da ação que promoveu o batismo.
d) um aprendizado da língua latina.
Incorreta. O interesse das partes envolvidas era a interação entre tais sociedades.
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