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As fraturas do corpo da escápula e da espinha, assim como fraturas sem desvio da glenoide, acrômio e coracoide, são tratadas com imobilização com tipoia por:
- A) 4 a 6 semanas, incentivando exercícios pendulares após a primeira semana, aumentando gradativamente a amplitude de movimento, caso se sinta confortável
- B) 8 a 12 semanas, não incentivando exercícios pendulares até a quarta semana, aumentando gradativamente a amplitude de movimento, caso se sinta confortável
- C) 12 a 16 semanas, incentivando exercícios pendulares após a segunda semana, aumentando gradativamente a amplitude de movimento, caso se sinta confortável
- D) 18 a 22 semanas, não incentivando exercícios pendulares até a décima semana, aumentando gradativamente a amplitude de movimento, caso se sinta confortável
Resposta:
Alternativa A) 4 a 6 semanas
Esta é a resposta correta porque as fraturas do corpo da escápula, espinha, glenoide, acrômio e coracoide sem desvio são geralmente estáveis e não requerem intervenções cirúrgicas. A imobilização com tipoia visa a manutenção do alinhamento adequado durante o processo inicial de cicatrização óssea.
Os exercícios pendulares são recomendados após a primeira semana para promover a mobilidade do ombro e evitar a rigidez articular, sem comprometer a cicatrização da fratura. A amplitude de movimento é aumentada gradualmente conforme o conforto do paciente, o que ajuda na recuperação funcional da área afetada.
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