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Um homem de 32 anos de idade, com aproximadamente 70 kg, dormia em sua residência quando um incêndio se iniciou. Ao acordar, ele teve dificuldade de abandonar a casa em chamas. Quando a equipe de bombeiros e dos socorristas do SAMU chegou ao local, encontrou a vítima consciente, levemente desorientada e sem sangramentos, com frequência cardíaca de 106 bpm; frequência respiratória de 26 ipm e pressão arterial de 90 mmHg times 62 mmHg. Foram observadas queimaduras de 2.º grau nas vibrissas nasais, nas sobrancelhas e nos membros superiores (posteriormente).

Acerca desse quadro clínico hipotético, julgue o item que se segue.

No caso em apreço, a saturação de oxigênio em ar ambiente, mensurada pela oximetria de pulso, é determinante para avaliar a necessidade de oxigênio suplementar.

Resposta:

A alternativa correta é letra B) Errado.

Explicação:

Embora a oximetria de pulso seja uma ferramenta útil para avaliar a saturação de oxigênio do paciente, ela não é o único determinante para a administração de oxigênio suplementar. No cenário descrito, a vítima apresenta queimaduras de 2º grau e sinais de inalação de fumaça, indicados pelas queimaduras nas vibrissas nasais. Isso pode levar a uma lesão das vias aéreas e comprometimento da troca gasosa, o que não é imediatamente refletido na oximetria de pulso.

Além disso, a presença de desorientação e alterações nos sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória elevadas, pressão arterial baixa) sugere uma possível intoxicação por monóxido de carbono ou outras substâncias tóxicas presentes na fumaça, que também não são detectadas pela oximetria de pulso. Portanto, a decisão de administrar oxigênio suplementar deve ser baseada em uma avaliação clínica completa, que inclui, mas não se limita à oximetria de pulso.

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