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Os gregos possuíam um vasto repertório de histórias míticas. O mito permitia aos gregos da época arcaica apreender e conhecer seu passado histórico. Mas o mito não estendia seu controle sobre tudo. Os gregos estavam, cada vez mais, em presença de explicações e de justificações divergentes, até mesmo inconciliáveis, mas coexistentes: umas eram míti cas, outras não. A partir do século VI a.C., alguns exprimiram sua dúvida e seu ceticismo; eles não foram, entretant o, numerosos, pois a maior parte das pessoas não “estudava” os mitos, contentando-se, simplesmente, em repeti-los.O excerto, que faz uma síntese significativa da cultura do final do período arcaico da história grega, alude ao surgimento;

Os gregos possuíam um vasto repertório de histórias míticas. O mito permitia aos gregos da época arcaica apreender e conhecer seu passado histórico. Mas o mito não estendia seu controle sobre tudo. Os gregos estavam, cada vez mais, em presença de explicações e de justificações divergentes, até mesmo inconciliáveis, mas coexistentes: umas eram míti cas, outras não. A partir do século VI a.C., alguns exprimiram sua dúvida e seu ceticismo; eles não foram, entretant o, numerosos, pois a maior parte das pessoas não “estudava” os mitos, contentando-se, simplesmente, em repeti-los.

O excerto, que faz uma síntese significativa da cultura do final do período arcaico da história grega, alude ao surgimento;

Resposta:

A alternativa correta é C)

Os gregos possuíam um vasto repertório de histórias míticas. O mito permitia aos gregos da época arcaica apreender e conhecer seu passado histórico. Mas o mito não estendia seu controle sobre tudo. Os gregos estavam, cada vez mais, em presença de explicações e de justificações divergentes, até mesmo inconciliáveis, mas coexistentes: umas eram míticas, outras não. A partir do século VI a.C., alguns exprimiram sua dúvida e seu ceticismo; eles não foram, entretanto, numerosos, pois a maior parte das pessoas não “estudava” os mitos, contentando-se, simplesmente, em repeti-los.

O excerto, que faz uma síntese significativa da cultura do final do período arcaico da história grega, alude ao surgimento de críticas às interpretações tradicionais, que se mantiveram restritas a um pequeno número de indivíduos. Essas críticas surgiram em um momento em que a sociedade grega estava em processo de transformação, com o aumento da complexidade social e a emergência de novas formas de pensamento. A filosofia, por exemplo, começava a questionar as explicações mitológicas e a buscar novas formas de compreensão do mundo. Além disso, a polis, ou cidade-estado, estava se tornando cada vez mais importante, e os gregos começavam a se perguntar sobre a natureza da justiça, da igualdade e da liberdade.

É nesse contexto que surge a figura do filósofo, que começa a questionar as explicações tradicionais e a buscar novas respostas. O filósofo não se contenta em repetir os mitos, mas busca entender o que está por trás deles. Ele quer saber como as coisas funcionam, como o mundo foi criado e como os seres humanos devem se comportar. A filosofia, portanto, surge como uma forma de questionamento e de busca de conhecimento, que se contrapõe às explicações mitológicas.

No entanto, é importante notar que a crítica às interpretações tradicionais não era uma tendência geral na sociedade grega. A maioria das pessoas continuava a aceitar os mitos como verdades absolutas, e a filosofia ainda era uma atividade marginal. Além disso, a crítica aos mitos não significava necessariamente a rejeição total deles. Muitos filósofos, como Platão e Aristóteles, continuavam a usar os mitos como forma de ilustrar conceitos filosóficos e de transmitir mensagens morais.

Em conclusão, o excerto destaca a importância da crítica às interpretações tradicionais na cultura grega do final do período arcaico. Essa crítica surge como uma forma de questionamento e de busca de conhecimento, que se contrapõe às explicações mitológicas. No entanto, é importante notar que essa crítica não era uma tendência geral na sociedade grega, e que a filosofia ainda era uma atividade marginal.

  • C) de críticas às interpretações tradicionais, que se mantiveram restritas a um pequeno número de indivíduos.
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