Ninguém se cura permanecendo no mesmo ambiente em que adoeceuNinguém se cura sem cortar a causa do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto de quem não faz nada mais do que sofrer. A gente adoece por várias razões, tanto físicas quanto psicológicas. O mesmo se dá com os tipos de doenças: existem males do corpo e males da alma. Mente e corpo são indissociáveis, assim como na Antiguidade já se ensinava, ou seja, temos que cuidar de tudo o que nos constitui, por dentro e por fora. De nada adianta um corpo perfeito habitado por uma alma sucateada, e vice-versa. Infelizmente, é difícil atentarmos para essa necessidade de equilibrarmos o que vem de fora e o que nasce aqui dentro, o que o espelho reflete e o que não, o que fazemos com nosso corpo e o que fazem com nossa alma. O mundo todo supervaloriza as aparências, o que dificulta a atenção que deve ser voltada ao que sentimos, ao que nos faz bem. Sabemos muito bem qual roupa queremos vestir, mas é complicado saber o que acelera o nosso coração. Talvez ninguém consiga se livrar da infelicidade que toma conta de si, caso permaneça parado, sem sair do lugar. Aquilo que nos adoece deve ser evitado, seja o vento gelado, seja o tratamento frio do outro. Ser descuidado com a saúde adoece, ser descuidado com os sentimentos também. Práticas saudáveis incluem tanto atividades físicas quanto exercitar o amor próprio. Alimentar o corpo e a alma, sempre. Ninguém há de ser feliz permanecendo em histórias cujo final não tem chance de ser feliz. Ninguém se cura sem cortar a causa do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto de quem não faz nada mais do que sofrer. Ninguém volta a sorrir nos lugares onde sua felicidade foi perdida, roubada, aviltada, negada. Entender que as dores e doenças são alertas que nos pedem calma, que nos clamam por um repensar, por um respirar, por sobrevivência, acaba nos encorajando a tomar as atitudes certas, por mais que doam, que entristeçam, que pareçam impossíveis. Nada é impossível, quando ainda há sonhos a serem alcançados e vida dentro da gente. Caso não consigamos cair fora do que nos adoece, então morrerão os sonhos, morrerão os planos, morreremos nós, ainda que com vida. Ainda que por muitos dias. Por anos…Por Marcel Camargo Disponível em: https://www.contioutra.com/ninguem-se-cura-permanecendo-no-mesmo-ambiente-em-que-adoeceu/A alternativa incorreta quanto à classe gramatical das palavras do trecho “De nada adianta um corpo perfeito habitado por uma alma sucateada” é:
Ninguém se cura permanecendo no mesmo ambiente em que adoeceu
Ninguém se cura sem cortar a causa do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto de quem
não faz nada mais do que sofrer.
A gente adoece por várias razões, tanto físicas quanto psicológicas. O mesmo se dá com os tipos de doenças: existem males
do corpo e males da alma. Mente e corpo são indissociáveis, assim como na Antiguidade já se ensinava, ou seja, temos que cuidar de
tudo o que nos constitui, por dentro e por fora. De nada adianta um corpo perfeito habitado por uma alma sucateada, e vice-versa.
Infelizmente, é difícil atentarmos para essa necessidade de equilibrarmos o que vem de fora e o que nasce aqui dentro, o que
o espelho reflete e o que não, o que fazemos com nosso corpo e o que fazem com nossa alma. O mundo todo supervaloriza as
aparências, o que dificulta a atenção que deve ser voltada ao que sentimos, ao que nos faz bem. Sabemos muito bem qual roupa
queremos vestir, mas é complicado saber o que acelera o nosso coração.
Talvez ninguém consiga se livrar da infelicidade que toma conta de si, caso permaneça parado, sem sair do lugar. Aquilo que
nos adoece deve ser evitado, seja o vento gelado, seja o tratamento frio do outro. Ser descuidado com a saúde adoece, ser descuidado
com os sentimentos também. Práticas saudáveis incluem tanto atividades físicas quanto exercitar o amor próprio. Alimentar o corpo e
a alma, sempre.
Ninguém há de ser feliz permanecendo em histórias cujo final não tem chance de ser feliz. Ninguém se cura sem cortar a causa
do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto de quem não faz nada mais do que sofrer.
Ninguém volta a sorrir nos lugares onde sua felicidade foi perdida, roubada, aviltada, negada.
Entender que as dores e doenças são alertas que nos pedem calma, que nos clamam por um repensar, por um respirar, por
sobrevivência, acaba nos encorajando a tomar as atitudes certas, por mais que doam, que entristeçam, que pareçam impossíveis. Nada
é impossível, quando ainda há sonhos a serem alcançados e vida dentro da gente. Caso não consigamos cair fora do que nos adoece,
então morrerão os sonhos, morrerão os planos, morreremos nós, ainda que com vida. Ainda que por muitos dias. Por anos…
Por Marcel Camargo
Disponível em: https://www.contioutra.com/ninguem-se-cura-permanecendo-no-mesmo-ambiente-em-que-adoeceu/
do trecho “De nada adianta um corpo perfeito habitado por uma
alma sucateada” é:
- A)Nada – Advérbio.
- B)Adianta – Verbo.
- C)Um – Artigo.
- D)Habitado – Adjetivo.
- E)Alma – Substantivo.
Resposta:
A alternativa correta é A)
A resposta certa é A) Nada – Advérbio. No trecho “De nada adianta um corpo perfeito habitado por uma alma sucateada”, a palavra “nada” é um advérbio, pois indica a falta de valor ou utilidade de algo. Já o verbo é “adianta”, o artigo é “um”, o adjetivo é “perfeito” e “sucateada”, e o substantivo é “corpo” e “alma”.
É importante notar que o texto destaca a importância de se cuidar tanto do corpo quanto da alma. A saúde não é apenas física, mas também emocional e mental. É preciso ter equilíbrio entre o que vem de fora e o que nasce dentro de nós, para que possamos alcançar a felicidade e a cura.
Além disso, o texto também destaca a importância de se afastar do que nos faz mal, seja física ou emocionalmente. Ninguém se cura permanecendo no mesmo ambiente em que adoeceu, e é preciso cortar a causa do mal, se privar do que machuca e contamina nossa felicidade.
O autor do texto, Marcel Camargo, nos lembra que a cura é um processo que envolve mudanças e escolhas difíceis, mas que são fundamentais para nossa sobrevivência e felicidade. É preciso ter coragem de sair do lugar, de mudar, de se cuidar e de se amar.
Portanto, a resposta A) Nada – Advérbio é a mais adequada, pois a palavra “nada” é um advérbio que indica a falta de valor ou utilidade de algo. Além disso, o texto destaca a importância de se cuidar tanto do corpo quanto da alma, e de se afastar do que nos faz mal.
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