Questões Sobre Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências) - Português - concurso
Questão 61
A forma verbal que contém alomorfe de vogal temática é :
- A)eu ALIMENTO.
- B)(se) tu VIAJARES.
- C)ela ARRASOU.
- D)nós FINGIREMOS.
- E)(que) eles SUMAM.
A alternativa correta é C)
A forma verbal que contém alomorfe de vogal temática é :
- A)eu ALIMENTO.
- B)(se) tu VIAJARES.
- C)ela ARRASOU.
- D)nós FINGIREMOS.
- E)(que) eles SUMAM.
O gabarito correto é C). Isso ocorre porque a forma verbal "ela ARRASOU" é a única que apresenta um alomorfe de vogal temática, que é o "A" em "ARRASOU".
Um alomorfe de vogal temática é uma variação da vogal temática que ocorre em alguns verbos irregulares. No caso do verbo "ARRASAR", a forma verbal "ela ARRASOU" apresenta o alomorfe de vogal temática "A" no lugar da vogal temática regular "E".
Os demais itens não apresentam alomorfe de vogal temática. O item A) "eu ALIMENTO" apresenta a vogal temática regular "E". O item B) "(se) tu VIAJARES" é uma forma verbal no presente do subjuntivo, que não apresenta alomorfe de vogal temática. O item D) "nós FINGIREMOS" é uma forma verbal no futuro do subjuntivo, que também não apresenta alomorfe de vogal temática. E o item E) "(que) eles SUMAM" é uma forma verbal no presente do subjuntivo, que igualmente não apresenta alomorfe de vogal temática.
Portanto, o gabarito correto é mesmo o item C) "ela ARRASOU", que é a única opção que apresenta um alomorfe de vogal temática.
É importante lembrar que a identificação de alomorfes de vogal temática é fundamental para a compreensão das formas verbais irregulares em português. Além disso, é essencial saber distinguir entre as formas verbais regulares e irregulares para uma boa compreensão da gramática.
Além disso, é interessante notar que a presença de alomorfes de vogal temática pode variar de acordo com o verbo e o tempo verbal. Por exemplo, o verbo "DIZER" apresenta o alomorfe de vogal temática "O" em algumas formas verbais, como "eu DIGO" e "ela DISSE". Já o verbo "FAZER" apresenta o alomorfe de vogal temática "E" em algumas formas verbais, como "eu FAÇO" e "ela FEZ".
Em resumo, a identificação de alomorfes de vogal temática é fundamental para a compreensão das formas verbais irregulares em português, e é importante saber distinguir entre as formas verbais regulares e irregulares para uma boa compreensão da gramática.
Questão 62
As questões 01 a 04 tomarão por base o seguinte texto:
Uma negociação bem-sucedida se concretiza quando duas partes com interesses distintos cedem um pouco em favor da conquista de um objetivo comum maior. Sob essa ótica, democratas e republicanos não têm muito a comemorar no acordo da semana passada que tentou pôr em ordem as contas do governo. É verdade que o presidente eleito Barack Obama conseguiu afastar o risco imediato do “abismo fiscal” cavado por anos a fio de gastos acima das receitas. Os dois lados conseguiram evitar que aumentos abrangentes de impostos entrassem em vigor imediatamente, o que poria em perigo a retomada ainda titubeante da economia americana. Obama e a oposição concordaram em não punir mais a classe média, por enquanto. O imposto de renda será reajustado apenas para o 1% mais rico da população.
(Revista Veja, edição 2.303, ano 46, nº 4, 09 de janeiro de 2013.)
Observando-se os morfemas que estruturam as formas verbais CONSEGUIU e CONSEGUIRAM, pode-se afirmar que
- A)ambas estão no pretérito mais-que-perfeito e têm vogal temática I.
- B)ambas estão no pretérito perfeito e têm o radical CONSEG.
- C)ambas estão no pretérito perfeito e têm vogal temática I.
- D)apenas a primeira está no pretérito perfeito, mas ambas têm o radical CONSEG.
- E)apenas a segunda está no pretérito mais-que-perfeito, mas ambas têm o radical CONSEG.
A alternativa correta é C)
Observando-se os morfemas que estruturam as formas verbais CONSEGUIU e CONSEGUIRAM, pode-se afirmar que ambas estão no pretérito perfeito e têm vogal temática I. Isso porque o morfema “-iu” em CONSEGUIU e o morfema “-iram” em CONSEGUIRAM indicam que essas formas verbais estão no pretérito perfeito, que é um tempo verbal utilizado para descrever ações que ocorreram em um momento específico no passado e que têm consequências no presente. Além disso, a vogal temática “I” é característica do pretérito perfeito em verbos como CONSEGUIR.
É importante notar que a forma verbal CONSEGUIU está no singular, pois se refere à ação do presidente eleito Barack Obama, enquanto a forma verbal CONSEGUIRAM está no plural, pois se refere à ação dos dois lados, ou seja, do presidente e da oposição. No entanto, ambas as formas verbais estão no mesmo tempo verbal, que é o pretérito perfeito, e têm a mesma vogal temática, que é “I”.
Portanto, a resposta correta é a opção C) ambas estão no pretérito perfeito e têm vogal temática I. As outras opções não são corretas porque não descrevem corretamente os morfemas que estruturam as formas verbais CONSEGUIU e CONSEGUIRAM.
Questão 63
Texto: “ARTE COM CHICLETES”
Pinturas em miniatura nas calçadas de Londres
Conhecido por suas esculturas complexas, postas em lugares inesperados, nos últimos tempos Ben Wilson se tornou uma figura familiar nas calçadas de Londres. Depois de ter visto vários de seus trabalhos vandalizados e destruídos, ele saiu do mato e foi para as ruas a explorar uma nova mídia, num cenário diferente – pinturas em miniatura em chicletes jogados no chão.
Ao longo dos anos, Wilson ficou cada vez mais irritado com o lixo, os carros e resíduos industriais que se tornaram parte integrante da sociedade urbana. Mesmo se refugiando no interior, ainda tinha que enfrentar a sujeira. Começou a trabalhar com o lixo que encontrava, catando bitucas de cigarro e pacotes de batata frita para incorporá-los a suas colagens. Trabalhar com chiclete mascado, in situ, foi uma evolução natural.
Wilson começou a fazer pinturas em chiclete em 1998, mas só em outubro de 2004 decidiu trabalhar com esse meio em tempo integral. Há anos, vem tentando melhorar o ambiente urbano pintando em cima de outdoors e anúncios, mas a atividade ilegal o levou a conflitos com a lei. O uso de chiclete o libertou e lhe permitiu trabalhar de forma espontânea, sem ter de pedir permissão. “Nosso ambiente é muito controlado e o que mais precisamos é de diversidade”, afirmou ele. “Mesmo galerias, museus e editoras são muito controlados.”
Saindo da Barnet High Street, Wilson começou a deixar um rastro de imagens do norte da cidade até o centro. Quase dois anos depois, no entanto, ele ainda permanece a maior parte do tempo na Barnet, a rua onde cresceu, e em Muswell Hill, onde mora com a mulher, Lily, e os três filhos. Como várias pessoas encomendaram retratos, ele se envolveu com os moradores da área. E explica: “Conheço ali muitos lojistas, varredores de rua e policiais. Quando ando pelas ruas, a cada passo penso em uma pintura que preciso fazer para alguém. Está tudo na minha cabeça, e isso faz com que me sinta mais próximo do lugar e do povo.” Ele espera que seu trabalho aumente a percepção que os moradores têm do bairro, e que dê às crianças uma ligação maior com o ambiente.
Wilson tem agora um livro de pedidos que inclui mensagens de amor e amizade, grafites, animais de estimação, anúncios de nascimento e morte. “Cada imagem que faço tem uma história diferente”, explicou. “As pinturas refletem as pessoas que passam pela rua.” Ele adora o relacionamento direto com as pessoas, os encontros que lhe dão o tema e a inspiração para seu trabalho. As pessoas lhe dizem do que gostam e o que querem, e ele interpreta cada assunto com base na intuição. O desafio de condensar a história de vida de uma família inteira em um único pedaço de chiclete o anima e a intimidade do meio o inspira.
Cada peça começa da mesma maneira. Wilson seleciona um chiclete velho, derrete-o com um maçarico para endurecer a superfície, cobre-o com uma camada de esmalte acrílico branco e inicia a pintura. Com joelheiras amarradas na calça manchada de tinta e um descanso para apoiar o cotovelo, ele é capaz de passar várias horas debruçado sobre suas obras. Quando a pintura está pronta, Wilson usa a chama de um isqueiro para secá-la, aumentar a clareza das linhas e evitar o pó. Aí passa mais uma camada de esmalte, ou spray automotivo, para lhe dar um acabamento resistente. O método faz com que a obra dure seis meses ou mais.
Wilson fotografa as pinturas para ter um registro. “As fotos têm vida própria depois que as tiro”, observa. Nenhuma das obras em miniatura mede mais do que 5 centímetros de diâmetro. As pinturas em chicletes que ele fez para si mesmo guardam uma semelhança com seus desenhos em pastel, pinturas e obras de colagem tridimensionais, que, por sua vez, refletem as figuras, formas e símbolos de suas esculturas e os ambientes nos quais foram criadas.
Os padrões de círculos, listras, rabiscos e contornos fortes destacam as imagens do fundo cinza. Padrões abstratos em forma de amebas, em cores deslumbrantes, contêm iniciais, nomes e datas celebrando encontros, amizades e outros relacionamentos. Como antigas placas de lojas, de cores vivas e letras claras, muitas das pinturas no chiclete representam pequenas empresas locais ou retratam personagens familiares em seus afazeres diários – uma escova e um pente na frente do cabeleireiro, o leiteiro fazendo entregas, o cachorro do dono da loja de ferragens. Uma pintura pequena e delicada relembra um pássaro que morreu lá perto. Apelidos, grafites e pedidos de torcedores de rúgbi e futebol aparecem nas imagens de calçada de Wilson.
Enquanto trabalhava numa imagem pedida por uma policial, em memória dos que morreram nos ataques terroristas de Londres, de julho de 2005, Wilson foi abordado por um guarda de trânsito. Ele lhe contou uma história pessoal de morte e bravura altruísta. A seu pedido, Wilson pintou um chiclete para homenagear os trabalhadores envolvidos no resgate das vítimas dos atentados.
Wilson admite que, enquanto muitas pessoas estão conscientes do que ele faz, outras podem andar sobre suas obras durante um ano e nem mesmo percebê-las. Mas ele espera que aqueles que notam sua arte tenham uma consciência maior do efeito que as pessoas exercem sobre o ambiente.
O artista acredita que, em vez de apenas multar e deter, as autoridades devem lidar com as causas do comportamento antissocial, e incentivar os jovens a descobrir sua criatividade. Em junho de 2005, ele foi preso em Trafalgar Square por pintar um retrato do Almirante Nelson em um chiclete. Ele havia sido convidado pelo Conselho de Artes a participar do lançamento da Semana de Arquitetura, mas mais tarde foi informado de que não haviam conseguido obter autorização da prefeitura. “O evento procurava fazer pessoas criativas trabalharem de forma subversiva”, explica, “mas parece que não conseguem suportar nada fora dos padrões: eles têm de saber quem, o que, quando e por quê.”
Ao tentar defender sua arte no palco temporário da Trafalgar Square, Wilson foi perseguido por policiais e levado sob custódia. Após ter suas impressões digitais colhidas, foi fotografado e interrogado. Seu punho foi ferido quando a polícia o deteve. Precisou usar uma tipoia, mas foi capaz de ver o humor da situação, observando as semelhanças entre ele e seu tema: “Fiquei parecido com Nelson, com o braço sangrando.”
ELMORE, Julia. Arte com chicletes. Piauí, São Paulo, n. 59, p. 39 – 43, ago. 2011. (adaptado)
Assinale a alternativa que NÃO contém uma forma verbal arrizotônica:
- A)Começou.
- B)Fazer.
- C)Enfrentar.
- D)Passa.
- E)Cresceu.
A alternativa correta é D)
Here is the completed text:
The correct answer is D) Passa.
Explanation: The verb “passa” is in the present tense, and it is not an arrizotonic verb, which is a verb that has the same form in the present, imperfect, and future tenses. The other options are all arrizotonic verbs: “começou” (started) is the verb “começar” in the preterite tense, “fazer” (to do) is an infinitive verb, “enfrentar” (to face) is an infinitive verb, and “cresceu” (grew) is the verb “crescer” in the preterite tense.
Ben Wilson’s story is a fascinating example of how art can transform public spaces and bring people together. His miniature paintings on chewing gum may seem like a small act of defiance, but they have sparked a movement and inspired others to see the beauty in the mundane.
Through his art, Wilson has been able to connect with the community and bring attention to important issues, such as the need for more public art and the importance of preserving our environment. His work has also inspired others to take action and make a positive impact on their surroundings.
Wilson’s story is a testament to the power of art to transform and uplift. It shows that even the smallest acts of creativity can have a profound impact on our communities and our lives.
As we navigate the complexities of urban living, Wilson’s work reminds us of the importance of taking care of our environment and preserving our cultural heritage. His miniature paintings on chewing gum may be small, but their impact is immense.
In a world that is often dominated by grand gestures and big statements, Wilson’s work is a refreshing reminder that even the smallest acts of creativity can make a big difference.
So the next time you’re walking down the street and you see a piece of chewing gum stuck to the pavement, remember Ben Wilson and the power of art to transform and uplift.
Questão 64
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas dos períodos a seguir. Não se _______________mais papeis jogados no chão da escola. As crianças agora ___________ com jogos e brincadeiras que lhes ensinam comportamentos de cidadãos.
- A)via – se entertem
- B)viam – se entreteram
- C)vê – se enterteem
- D)veria – se entertêm
- E)viam – se entretêm
A alternativa correta é E)
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas dos períodos a seguir. Não se jogavam mais papeis jogados no chão da escola. As crianças agora se entretem com jogos e brincadeiras que lhes ensinam comportamentos de cidadãos.
- A)via – se entertem
- B)viam – se entreteram
- C)vê – se enterteem
- D)veria – se entertêm
- E)viam – se entretêm
Essa é uma questão clássica de concordância verbal e pronominal. A escolha certa é a alternativa E) viam – se entretêm, pois o verbo "jogar" está no passado e o pronome "se" é reflexivo, indicando que as crianças se entretem entre elas.
É importante notar que a escola tem um papel fundamental na formação dos jovens, e brincadeiras educacionais são essenciais para o desenvolvimento de habilidades sociais e cívicas. Além disso, a limpeza e a organização do ambiente escolar são fundamentais para a criação de um ambiente saudável e agradável para os alunos.
Portanto, a escolha certa não apenas completa as lacunas corretamente, mas também reflete uma preocupação com a educação e o bem-estar dos alunos.
Em resumo, a escolha da alternativa E) viam – se entretêm não apenas é a resposta certa, mas também uma escolha que valoriza a educação e o desenvolvimento saudável das crianças.
Questão 65
Assédio eletrônico
Quem já se habituou ao desgosto de receber textos não
solicitados de cem páginas aguardando sua leitura? Ou quem
não se irrita por ser destinatário de mensagens automáticas que
nem lhe dizem respeito? E, mesmo sem aludir a entes mais
sinistros como os hackers e os vírus, como aturar os abusos da
propaganda que vem pelo computador, sob pretexto da
liberdade de acesso à informação?
Entre as vantagens do correio eletrônico – indiscutíveis,
a pergunta que anda percorrendo todas as bocas visa a
apurar se a propagação do e-mail veio ressuscitar a carta. A
esta altura, o e-mail lembra mais o deus dos começos, Janus
Bifronte, a quem era consagrado o mês de janeiro. No templo
de Roma ostentava duas faces, uma voltada para a frente e
outra para trás. A divindade presidia simultaneamente à morte e
ao ressurgimento do ciclo anual, postada na posição
privilegiada de olhar nas duas direções, para o passado e para
o futuro. Analogamente, o e-mail tanto pode estar completando
a obsolescência da carta como pode dar-lhe alento novo.
Sem dúvida, o golpe certeiro na velha prática da
correspondência, de quem algumas pessoas, como eu, andam
com saudades, não foi desferido pelo e-mail nem pelo fax. O
assassino foi o telefone, cuja difusão, no começo do século XX,
quase exterminou a carta, provocando imediatamente enorme
diminuição em sua frequência. A falta foi percebida e muita
gente, à época, lamentou o fato e o registrou por escrito.
Seria conveniente pensar qual é a lacuna que se
interpõe entre a carta e o e-mail. Podem-se relevar três pontos
em que a diferença é mais patente. O primeiro é o suporte, que
passou do papel para o impulso eletrônico. O segundo é a
temporalidade: nada poderia estar mais distante do e-mail do
que a concepção de tempo implicada na escritura e envio de
uma carta. Costumava-se começar por um rascunho; passavase
a limpo, em letra caprichada, e escolhia-se o envelope
elegante – tudo para enfrentar dias, às vezes semanas, de
correio. O terceiro aspecto a ponderar é a tremenda invasão da
privacidade que a Internet propicia. Na pretensa cumplicidade
trazida pelo correio eletrônico, as pessoas dirigem-se a quem
não conhecem a propósito de assuntos sem interesse do infeliz
destinatário.
(Walnice Nogueira Galvão, O tapete afegão)
É preciso corrigir uma forma verbal flexionada na frase:
- A)O e-mail interveio de tal forma em nossa vida que ninguém imagina viver sem se valer dele a todo momento.
- B)Se uma mensagem eletrônica contiver algum vírus, o usuário incauto será prejudicado, ao abri-la.
- C)Caso não nos disponhamos a receber todo e qualquer e-mail, será preciso que nos munamos de algum filtro oferecido pela Internet.
- D)Se uma mensagem provier de um desconhecido, será preciso submetê-la a um antivírus específico.
- E)Ele se precaveio e instalou em seu computador um poderoso antivírus, para evitar que algum e-mail o contaminasse.
A alternativa correta é E)
É preciso corrigir uma forma verbal flexionada na frase:
A resposta certa é a opção E) Ele se precaveio e instalou em seu computador um poderoso antivírus, para evitar que algum e-mail o contaminasse. A frase apresenta a forma verbal flexionada correta, no caso, o verbo precaveio no pretérito perfeito do indicativo.
As outras opções apresentam erros de concordância verbal. Na opção A), o verbo imagina está no presente do indicativo, mas o sujeito é ninguém, que exige o verbo na terceira pessoa do singular. Na opção B), o verbo será está no futuro do indicativo, mas o sujeito é o usuário, que exige o verbo na terceira pessoa do singular. Na opção C), o verbo será está no futuro do indicativo, mas o sujeito é nós, que exige o verbo na primeira pessoa do plural. Na opção D), o verbo será está no futuro do indicativo, mas o sujeito é uma mensagem, que exige o verbo na terceira pessoa do singular.
É importante notar que a escolha da resposta certa depende da análise da concordância verbal e do contexto da frase. Além disso, é fundamental entender a diferença entre as formas verbais e suas respectivas flexões.
Voltando ao assunto do assédio eletrônico, é importante lembrar que a propagação desenfreada de mensagens automáticas e não solicitadas pode ser um verdadeiro problema para os usuários de correio eletrônico. Além disso, a falta de privacidade e a possibilidade de contaminação por vírus são riscos reais que devem ser considerados.
Para evitar esses problemas, é fundamental ter cuidado ao abrir anexos ou links de mensagens desconhecidas e utilizar softwares de segurança adequados. Além disso, é importante ser seletivo ao fornecer informações pessoais e ter cuidado com as mensagens que são enviadas.
O assédio eletrônico é um problema que afeta muitas pessoas e pode ter consequências graves. É importante estar ciente dos riscos e tomar medidas para se proteger.