Logo do Site - Banco de Questões
Continua após a publicidade..

TEXTO 01O texto seguinte servirá de base para responder à questão.DIANTE DO MAR(1º§) Costumo me esconder de mim diante do mar, especialmente quando vou para Portugal à minha procura. Estou sempre em Portugal. Nas ruas de Coimbra. Nas igrejas de Coimbra. Nos cafés de Coimbra. A caminhar por Lisboa, olhando a senhora da rua São Nicolau a cozer suas castanhas.(2º§) Estou diante do mar, sentado com meu guarda-chuva antigo, exatamente eu que gosto que a chuva caia no meu rosto, na minha roupa, nos meus sapatos que procuram rumos inexistentes. Vejo-me no Bairro Alto, em Lisboa, nas casas de fado.(3º§) Todas as fadistas cantam de olhos fechados, a melhor maneira de ver todas as coisas. Poemas ao som da guitarra portuguesa, aquela declaração de um amor triste, de lágrimas e desesperos. Depois é a madrugada às margens do rio Tejo, como é a madrugada de Coimbra, às margens do rio Mondego.(4º§) Vista da ponte de Santa Clara, Coimbra está mergulhada dentro do rio com suas luzes, suas baladas, sua guitarra, o fado de Coimbra que não é fado, é outra coisa que não sei explicar. Depois os amigos, uma noite imensa por viver, as mãos brancas das mulheres, cabelos quase sempre negros, palavras que não precisam ser compreendidas por ninguém. Estou diante do mar, com meu guarda-chuva.(5º§) É quase certo que adormecerei daqui a pouco! É quase certo que sonharei com setembro!(6º§) É quase certo que tentarei viver o que me cabe! É quase certo, mas eu não tenho certeza!FARIAS, Álvaro Alves de. Colunista. Revista Literária. 2013) – Disponível – (http://wwwliteraciaemversoeprosa.blogspot.com.br/Sobre o período: “Costumo me esconder de mim diante do mar, especialmente quando vou para Portugal à minha procura”. Marque a alternativa INCORRETA.

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DIANTE DO MAR

(1º§) Costumo me esconder de mim diante do mar,
especialmente quando vou para Portugal à minha
procura. Estou sempre em Portugal. Nas ruas de
Coimbra. Nas igrejas de Coimbra. Nos cafés de
Coimbra. A caminhar por Lisboa, olhando a senhora
da rua São Nicolau a cozer suas castanhas.

(2º§) Estou diante do mar, sentado com meu
guarda-chuva antigo, exatamente eu que gosto que a
chuva caia no meu rosto, na minha roupa, nos meus
sapatos que procuram rumos inexistentes. Vejo-me
no Bairro Alto, em Lisboa, nas casas de fado.

(3º§) Todas as fadistas cantam de olhos fechados, a
melhor maneira de ver todas as coisas. Poemas ao
som da guitarra portuguesa, aquela declaração de
um amor triste, de lágrimas e desesperos. Depois é a
madrugada às margens do rio Tejo, como é a
madrugada de Coimbra, às margens do rio Mondego.

(4º§) Vista da ponte de Santa Clara, Coimbra está
mergulhada dentro do rio com suas luzes, suas
baladas, sua guitarra, o fado de Coimbra que não é
fado, é outra coisa que não sei explicar. Depois os
amigos, uma noite imensa por viver, as mãos brancas
das mulheres, cabelos quase sempre negros,
palavras que não precisam ser compreendidas por
ninguém. Estou diante do mar, com meu
guarda-chuva.

(5º§) É quase certo que adormecerei daqui a pouco!
É quase certo que sonharei com setembro!

(6º§) É quase certo que tentarei viver o que me cabe!
É quase certo, mas eu não tenho certeza!


FARIAS, Álvaro Alves de. Colunista. Revista Literária. 2013) – Disponível –
(http://wwwliteraciaemversoeprosa.blogspot.com.br/

Sobre o período: “Costumo me esconder de mim
diante do mar, especialmente quando vou para
Portugal à minha procura”. Marque a alternativa
INCORRETA.

Resposta:

A alternativa correta é B)

A explicação para a alternativa B) ser a resposta correta é que os dois primeiros verbos do período “Costumo me esconder de mim diante do mar, especialmente quando vou para Portugal à minha procura” são “costumo” e “vou”, que não pertencem à mesma conjugação. “Costumo” é do verbo “costumar” (conjugação irregular) e “vou” é do verbo “ir” (conjugação irregular).

Por outro lado, a alternativa A) está correta, pois o período apresenta dois pronomes pessoais: “me” (oblíquo átono) e “eu” (tônico, embora elíptico), além do pronome possessivo “minha”.

A alternativa C) também está correta, pois a crase é imposta pela regência verbal em “à minha procura”, pois o verbo “ir” rege a preposição “a” e, como o objeto é um pronome possessivo, é necessário o uso da crase.

Já a alternativa D) está correta, pois o sujeito de cada uma das orações do período é elíptico, identificado pela desinência verbal de primeira pessoa do singular em “costumo” e “vou”.

Portanto, a única alternativa INCORRETA é a B), que afirma que os dois primeiros verbos do período são da mesma conjugação que o verbo “vou”, o que não é verdade.

Continua após a publicidade..

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *