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Lula defende biocombustíveis das críticas crescentes  BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a produção de biocombustíveis pelo Brasil, rejeitando as críticas de que ela acelera o aumento dos preços dos alimentos em todo o mundo e prejudica o meio ambiente. As crescentes críticas são um desafio à diplomacia brasileira e ao auge das exportações agrícolas, que transformaram o Brasil no maior exportador mundial de etanol derivado da cana-de-açúcar. Competidores e críticos tentaram relacionar várias das exportações agrícolas do país, da carne à soja, com a destruição do meio ambiente e com más condições de trabalho. RAYMOND COLITT, em 16/04/2008. Adaptado de www.estadao.com.br   O debate a respeito do uso de biocombustíveis não envolve apenas questões ambientais, mas também diferentes interesses econômicos. Neste último caso, encontram-se países e empresas que lucram com a utilização em larga escala dos combustíveis fósseis e produtores de biocombustíveis. Nesse campo de lutas, o Brasil emerge como um potencial ator de primeira grandeza, posicionando-se no centro dessa polêmica.   Um alegado risco ambiental decorrente da maior produção de biocombustíveis no Brasil e uma vantagem territorial que fundamenta a defesa desta política de Estado, respectivamente, são:

Lula defende biocombustíveis das críticas crescentes
 
BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a produção de biocombustíveis pelo Brasil, rejeitando as críticas de que ela acelera o aumento dos preços dos alimentos em todo o mundo e prejudica o meio ambiente.
As crescentes críticas são um desafio à diplomacia brasileira e ao auge das exportações agrícolas, que transformaram o Brasil no maior exportador mundial de etanol derivado da cana-de-açúcar.
Competidores e críticos tentaram relacionar várias das exportações agrícolas do país, da carne à soja, com a destruição do meio ambiente e com más condições de trabalho.
RAYMOND COLITT, em 16/04/2008. Adaptado de www.estadao.com.br
 
O debate a respeito do uso de biocombustíveis não envolve apenas questões ambientais, mas também diferentes interesses econômicos. Neste último caso, encontram-se países e empresas que lucram com a utilização em larga escala dos combustíveis fósseis e produtores de biocombustíveis. Nesse campo de lutas, o Brasil emerge como um potencial ator de primeira grandeza, posicionando-se no centro dessa polêmica.

 
Um alegado risco ambiental decorrente da maior produção de biocombustíveis no Brasil e uma vantagem territorial que fundamenta a defesa desta política de Estado, respectivamente, são:
BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a produção de biocombustíveis pelo Brasil, rejeitando as críticas de que ela acelera o aumento dos preços dos alimentos em todo o mundo e prejudica o meio ambiente.
As crescentes críticas são um desafio à diplomacia brasileira e ao auge das exportações agrícolas, que transformaram o Brasil no maior exportador mundial de etanol derivado da cana-de-açúcar.
Competidores e críticos tentaram relacionar várias das exportações agrícolas do país, da carne à soja, com a destruição do meio ambiente e com más condições de trabalho.
RAYMOND COLITT, em 16/04/2008. Adaptado de www.estadao.com.br
 
O debate a respeito do uso de biocombustíveis não envolve apenas questões ambientais, mas também diferentes interesses econômicos. Neste último caso, encontram-se países e empresas que lucram com a utilização em larga escala dos combustíveis fósseis e produtores de biocombustíveis. Nesse campo de lutas, o Brasil emerge como um potencial ator de primeira grandeza, posicionando-se no centro dessa polêmica.

 
Um alegado risco ambiental decorrente da maior produção de biocombustíveis no Brasil e uma vantagem territorial que fundamenta a defesa desta política de Estado, respectivamente, são:
 
Um alegado risco ambiental decorrente da maior produção de biocombustíveis no Brasil e uma vantagem territorial que fundamenta a defesa desta política de Estado, respectivamente, são:

Resposta:

A alternativa correta é letra C

Um dos problemas ambientais relacionados à produção de biocombustíveis é o desmatamento. Isso decorre do fato de que áreas do Cerrado estão sendo ocupadas com a produção da cana-de-açúcar, o que está pressionando parte da produção de soja a migrar para áreas amazônicas. Entretanto, o argumento utilizado pelo governo brasileiro é que ainda temos grande disponibilidade de terras, que comportaria a preservação de biomas, a produção de alimentos e de biocombustíveis. Não há o predomínio de solos férteis no Brasil. O Cerrado, por exemplo, tem solos ácidos que devem ser corrigidos por calagem.
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