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As referências consolidadas para o estudo do psicodiagnóstico o conceituam e descrevem como de caráter processual por abranger conhecimentos mais relevantes do funcionamento psíquico, embora seja limitado no tempo, utilize diferentes técnicas e/ou instrumentos e, com isso, possa assumir vários objetivos. O psicodiagnóstico pode ser realizado em clínicas, instituições, postos de saúde e hospitais. Sobre a avaliação psicodiagnóstica em âmbito forense, analise as afirmativas correlatas e relação proposta entre elas.

I. “O periciado não se submete por livre vontade ao processo psicodiagnóstico devido à imposição judicial, resiste em responder testes, não coopera e a distorce consciente e intencionalmente as respostas, as quais repercutem nos achados.”

PORTANTO

II. “O psicólogo deve manejar a situação atenuando obstáculos, observando e analisando todos os indícios comportamentais de modo a isentar as variáveis prejudiciais a avaliação.”

Assinale a alternativa correta.

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Resposta:

A alternativa correta é letra C) As afirmativas I e II são verdadeiras; a I se refere ao perfil do periciado em contexto judicial e a II esclarece como precisa ser o manejo profissional do psicólogo.

Gabarito: Letra C

 

Certo! Uma avaliação psicológica em contexto forense é diferente do contexto clínico, uma vez que ali o periciado está passando por esse processo obrigado. Por isso, geralmente o periciado pode distorcer ou não oferecer informações.

“No caso de avaliação forense, em que o periciado não se submete por livre vontade ao processo psicodiagnóstico, mas por imposição judicial, a resistência a responder aos testes, a não cooperação e a distorção consciente e intencional das respostas certamente irão repercutir na validade dos achados. Em situações especiais, o psicólogo deve contar com sua sensibilidade clínica para manejar a situação com propriedade, atenuando os obstáculos, observando e analisando todos os indícios comportamentais de modo a isentar as variáveis que possam prejudicar o processo de avaliação” 

PORTANTO

 

 Certo! A afirmativa anterior traz o motivo pelo qual o psicólogo deve atuar dessa forma nesses contextos.

 

Veja como a banca justifica o gabarito:

“A questão aborda a avaliação psicodiagnóstica e explicita que essa modalidade pode ser realizada em clínicas, instituições, postos de saúde e hospitais. No âmbito institucional como o forense Rigoni e Dubugras (2016, p. 31) destacam que “o periciado não se submete por livre vontade ao processo psicodiagnóstico, mas por imposição judicial, a resistência a responder aos testes, a não cooperação e a distorção consciente e intencional das respostas certamente irão repercutir na validade dos achados (...) o psicólogo deve contar com sua sensibilidade clínica para manejar a situação com propriedade, atenuando os obstáculos, observando e analisando todos os indícios comportamentais de modo a isentar as variáveis que possam prejudicar o processo de avaliação”. Face ao exposto, sobre a questão a avaliação psicodiagnóstica em âmbito forense nota-se que as afirmações I e II são verdadeiras; a I se refere ao perfil do periciado em contexto judicial e a II esclarece como precisa ser o manejo profissional do psicólogo; conforme demonstrado na opção de resposta C.”

 

Nosso gabarito é Letra C

 

Fonte: Psicodiagnóstico [recurso eletrônico] / Organizadores, Claudio Simon Hutz ... [et al.]. – Porto Alegre : Artmed, 2016. e-PUB

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